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BAAL (doso, senhor), adorado em todas as povoações fenícias e em Canaã. Cada região cultivada tinha seu próprio Baal que, segundo a crença, fecundava a terra por meio de suas fontes, e a quem, como dono divino, se devia o tributo. O Baal introduzido em Israel por Acabe foi o Melkart de Tiro.
BAAL-ZEBUDE, (II Reis 1.2,3,6,16), nome formado de Baal e Zebube(mosca), assim é Baal ligado de algum modo às moscas; deus adorado em Ecrom, e famoso por proferir oráculos(resposta de um deus a quem o consultava). Belzebu, que no tempo do Novo Testamento veio a ser designação príncipes dos demônios.
BABEL, (porta de Deus), forma grega para Babilônia, a grande cidade, edificada de ambos os lados do Eufrates inferior que foi a capital do Império Babilônico, desde o tempo de Hamurabi. A Bíblia registra a sua origem primitiva e a Torre de Babel foi encontrada no seu templo de Bel. Essa torre se originou para salvaguardar as tribos do perigo de serem dispersas. Como nessa região não havia pedras, nem cal, usaram-se tijolos e betume na construção,o que foi contrário à vontade de Deus, motivando a confusão de línguas (Gn.11.1,9).
BABILÔNIA, nome antigo da Mesopotâmia meridional. Sumeriano ou acadiano é o nome dado à língua da Babilônia. Localizada entre os rios Tigre e Eufrates. No ano 607 a. C., quando Nínive foi destruída, Nabopolassar, vice-rei da Babilônia, tornou-se independente. Seu filho Nabucodonozor, depois de derrotar os egípcios em Carquêmis, o sucedeu como rei e fundou o novo Império da Babilônia. Seu filho, Evil-Merodaque, reinou por dois anos. O último monarca do Império babilônico foi Nabonido, (555-538 a. C.), cujo filho Belsazar é mencionado em diversas inscrições. Em 538 a. C., Babilônia foi conquistada por Ciro e, apesar de se rebelar mais de uma vez, jamais reconquistou sua independência. Babilônia foi para os profetas hebreus o que Roma foi para João no Apocalipse – o berço da glória e da impiedade do mundo.
BALAÃO, profeta da Mesopotâmia; intimado pelo rei moabita Baraque a amaldiçoar Israel, na realidade o abençoou, porém, subornado pelo premio da injustiça, seduziu o povo à impureza. Ele é o tipo do falso profeta, no Novo Testamento.
BÁLSAMO, resina de odor agradável. Muito apreciada no oriente por suas qualidades curativas (Jer. 8.22; 46.11; 51.8). Artigo de comércio entre os judeus e os habitantes de Tiro.
BARAQUE, (relâmpago). Encorajado pela profetiza Débora a assumir a liderança na luta contra os cananeus: “Porquanto os chefes se puseram à frente em Israel, porquanto o povo se ofereceu voluntariamente, louvai ao Senhor”. (Juízes 5,1).
BARBA, era usada comprida e bem feita. Negligenciá-la era sinal de luto (Is. 15.2); segurar e puxar a barba de alguém era insulto.
BARNABÉ, (filho da exortação ou consolação), sobrenome dado pelos apóstolos a José, levita de Chipre. Ele acompanhou Paulo na sua primeira viagem missionária, como também na viagem para assistir à Assembléia em Jerusalém e regressaram para Antioquia, eles permaneceram ali por um ano e instruíram muita gente.
BARTOLOMEU, filho de Talmai, um dos doze apóstolo de Jesus.
BARUQUE (bem-aventurado). Livro de, Epístola de Jeremias. O livro de Baruque, do qual, a Epístola de Jeremias constitui o sexto capítulo na Vulgata, é escrito em nome de Baruque, o escriba de Jeremias, e contém as exortações aos cativos em Babilônia com promessa de liberdade e retorno.
BATISMO, o banho nas águas que significa arrependimento, lavado do pecado e início de uma nova vida. Pela primeira vez o batismo aparece no Novo Testamento em conexão com o ministério de João Batista, e mais tarde, durante a vida de Jesus na terra, como também após a sua ascensão. O batismo nas águas por imersão.
BEL, forma babilônica e assíria de Baal.
BELÉM ou BETE-LEÉM, (casa de pão). Uma vila de Judá, aproximadamente, a oito km ao sul de Jerusalém. Terra natal do rei Davi e berço do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Atualmente uma cidade florescente, com mais de 5.000 habitantes. No tradicional lugar da manjedoura de pedra lavrada, foi erguida uma igreja cristã, que é talvez a mais antiga do mundo.
BELIAL (perversidade). Não é nome próprio no Velho Testamento. Homem de Belial significa homem vil. Usado em II Corintios, 6.15. É a personalidade do mal.
BERILO, pedra semi-preciosa, de cor amarela, ouro, às vezes esverdeada.
BETÂNIA, (casa de tâmaras – Mat. 21.17, etc.)- Vila situada na ladeira sudeste do Monte das Oliveiras, aproximadamente há três km de Jerusalém.
BETEL (casa de Deus), local do altar de Abrão, perto de Luz, aproximadamente a 18 km de Jerusalém. Durante o período dos juízes, era lugar sagrado, mas no reinado de Jeroboão tornou-se a sede principal da idolatria.
BETUME, termo que abrange diversos compostos de carbono e hidrogênio, dos quais o piche, o asfalto, etc.
BÍBLIA, palavra derivada do grego, que significa livros. A coleção inteira das Sagradas Escrituras foi chamada Ta Bíblia, isto é, os livros, por excelência. A Bíblia é uma biblioteca divina, consistindo de muitos livros produzidos em diversas épocas e por muitas maneiras, todos inspirados por um só propósito divino e, juntos abrangem a revelação divina, e muito apropriadamente se designam como a Palavra de Deus. Isto não no sentido que todo versículo e cada frase sejam oráculos – inspiração vinda de Deus; divindade que respondia a consultas; pessoa cuja palavra ou conselho inspira absoluta confiança; palavra infalível, muito autorizada – proclamados do céu, como julgam os maometanos no seu Alcorão, porque, nas páginas da Bíblia, tanto a loucura dos homens é permitida como a sabedoria de Deus é encontrada em suas páginas, e lado a lado estão o relatório completo da perversidade humana com a mais clara expressão da bondade e da justiça divina. Não é nas palavras e frases soltas que se encontra o valor desses livros como uma revelação, mas sim na continuidade e conexão do conjunto.
BISPO (superintendente). No Novo Testamento, é um dos superintendentes de uma igreja; sinônimo de presbítero, ancião
BUGIO, espécie de macaco, importado por Salomão.
BUXO, árvores. Crescem formando a beleza do Líbano
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